porLuis Augusto Moretto

Startup Podcast: afinal do que estamos falando?

Afinal do que estamos falando?

startup podcastEm primeiro lugar o meu agradecimento por você estar lendo este post. Eu sou o Luis Augusto Machado Moretto, Bacharel em Ciências da Computação, Especialista em Desenvolvimento Gerencial, Msc Knowlegde Management and Engineering, SCJP (Sun certified Java Programmer), SCJA (Sun certified Java Associate) e Founder da Morettic.

Já escrevi artigos científicos mas aqui vou fazer um mix da realidade objetificada com experiências e emoções em uma abordagem às vezes sistêmica, outras holística ou ainda apenas tecnocêntrica (sociotecnológica?).

Vou compartilhar um pouco do meu conhecimento, das lições aprendidas e também meu mindset com vocês! A idéia é criar um repositório de informações e conhecimento para gerar valor a você leitor!

Batendo um papo

Apesar do Startup Podcast ja ter alguns posts publicados, decidi apresentar a você um pouco da filosofia que o fez emergir. Vamos falar aqui um pouco sobre a era do conhecimento e das revoluções tecnológicas e sociais. Somos observadores e experimentos de inovações em todos os segmentos de nossa sociedade: educação, transporte, comunicação, turismo, segurança, saúde…. Isso não e novidade!  O mundo é “plano” e a tecnologia rompe barreiras físicas e conceituais.

 E para falar de tecnologia, componente essencial de qualquer inovação é que estamos aqui!

Unicórnios como Uber, Xiaomi, Airbnb, Snapchat, SpaceX, Facebook e outras de sucesso (avaliadas em US$ 1 bilhão), invadiram nossas vidas com possibilidades antes inimagináveis!

Trilhando um crescimento milionário, alteraram o fluxo econômico (Airbnb, Uber…) e na grande maioria revolucionaram o cotidiano nessa era digital interconectada. Analisando cada um dos casos pude observar que o sucesso está atrelado a um conceito: A engenharia a serviço da gestão. Ou seja uma tecnologia que resolve um problema, muda um paradigma ou redesenha sistemas sociais.

Uma propriedade emergente é que os sistemas de inovação têm como meta gerar resultados (ROI) em curtos ciclos de vida. Por isso decidi produzir o Startup Podcast. Cada vez mais as Startups precisam de métodos técnicas e ferramentas para maximizar a produtividade, a qualidade e manutenibilidade dos Softwares e Apps.  Com base nesse pensamento digo para vocês que as tecnologias, as pessoas e os processos são elementos chave em qualquer inovação.

E nos próximos encontros

A implicação disto, é que uma Startup deve levar em consideração a seguinte tríade:

  • Pessoas:  o capital do conhecimento, um ativo intangível de alto valor.
  • Processos:  fazem com que os sistemas se comportem da maneira que são. E esse comportamento está diretamente relacionado a capacidade de inovação absorvendo novos requisitos e dando respostas ágeis as demandas.
  • Tecnologias: dão suporte às demandas da gestão no tempo, formato e  para agente social que tem um problema!

Com base neste pensar é que vamos nos conectando no Startup Podcast através de posts e informações para você! Se tiveres uma sugestão para um post, uma idéia, comentário, compartilha conosco!

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Autor

Luis Augusto Machado Moretto – Founder
projetos@morettic.com.br
+55 (48) 99600-4929
Floripa – SC – Brasil

 

porLuis Augusto Moretto

Inbound Marketing – Dicas para criar uma oferta vencedora!

Quer criar uma oferta vencedora?

Neste post vou apresentar algumas dicas para você criar uma oferta vencedora. Estas dicas foram extraídas do Blue Print do Facebook como boas práticas para criar anúncios.

Parte-se do princípio de que toda e qualquer oferta deve ter um objetivo. O objetivo da oferta vai determinar às pessoas, o conteúdo a ser apresentado, o momento mais propício e o formato que vai maximizar o ROI! 

Objetivo

Em primeiro lugar qualquer oferta digital tem cinco objetivos básicos:

  • Desenvolver o reconhecimento de marca
  • Aumentar as vendas na loja
  • Aumentar as vendas online
  • Lançar um produto ou serviço novo
  • Promover um aplicativo

As pessoas:

Você está compartilhando seu conteúdo com o público certo?

O conteúdo

Primeiro, é preciso criar conteúdo que agrade seu público. Para fazer isso, identifique qual é esse público e o que o cativa. Depois disso, você pode criar conteúdos relevantes para ele.

O momento

Para fazer a veiculação no momento certo, você deve saber quando seu público está mais propenso a consumir seu produto.

O Formato

Independente do seu objetivo você deve estar atento ao sete aspectos abaixo para construir uma oferta com o formato vencedor!

1. Ponto Focal: Imagens com um ponto focal claro aumentam a concentração da pessoa que está vendo a mensagem da marca.

2. Vinculo com a marca: As ofertas, tendem a ter um desempenho melhor quando é fácil para a pessoa estabelecer o vínculo entre o anúncio e a marca representada.

3. Personalidade da Marca: O quanto o anúncio combina com o que os usuários sabem da marca?

4. Chamada para a Ação – CTA (Call to Action): Inclua uma chamada para ação forte, como “Alugue seu carro!”. Seu público ficará mais propenso a agir se você conduzi-lo a ação alvo!

7. Recompensa Informativa: O anúncio tem informações interessantes?

5. Recompensa Emocional: Anúncios com recompensa emocional tendem a ter um desempenho melhor, principalmente quando as emoções têm a ver com o verdadeiro espírito e autenticidade da marca.

6. Notabilidade: Anúncios com imagens que chamem a atenção tendem a ter um desempenho melhor.

Leia também: Inbound Marketing , Promova Suas Vendas, Gerando Leads!

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porLuis Augusto Moretto

Mashup – Sintetizando Informações Heterogêneas para Construir Serviços Inovadores!

mashup

O que é um Mashup?

Um mashup empresarial consiste na integração de dados digitais heterogêneos e de aplicativos de múltiplas fontes para fins comerciais. Um mashup empresarial, também é conhecido como um mashup de negócios ou, menos precisamente, como um mashup de dados.

Em um mashup da empresa, o produto normalmente é uma combinação de dados corporativos internos e aplicativos com dados de origem externa, SaaS (software como um serviço) e conteúdo da Web.

Já um Web mashup é uma aplicação web que toma essa informação e mostra-a para você de uma maneira única e diferenciada.

Hoje em dia é comum que os APPs façam Mashup de diferentes fontes. Por exemplo: se você utiliza a rede social para acessar um determinado APP, esse APP coleta as informações do seu perfil e sintetiza dentro de sua interface!

Assim de forma abrangente um Mashup é uma abordagem para realizar integração de dados, gerando informações e conhecimento!

Mas porque minha empresa precisa de um Mashup?

Vivemos em um mundo conectado e distribuído. Assim os Mashup Empresariais possibilitam que as organizações combinem fontes de dados diferentes que ainda não estão mapeadas em um esquema de banco de dados relacional.

Na prática, isso significa que os departamentos podem ser integrados, estoques podem ser controlados e todos os processos organizacionais podem ser orquestrados em uma escala global! Além disso todas essas informações e conhecimentos ficam disponíveis em qualquer dispositivo que se comunique com o conjunto de serviços.

Como funciona um Mashup?

A web está crescendo de forma aberta mais social. Devido a isso, muitos sites abriram interfaces de programação (API) que permitem que os desenvolvedores acessem serviços de dados.

Um bom exemplo disto é o Google Maps, que é uma interface muito popular para usar em mashups. O Google permite que os desenvolvedores acessem seus mapas por meio de API’s. O desenvolvedor pode então combinar esses mapas com outro fluxo de dados para criar algo novo e exclusivo.

Assim a integração de informações organizacionais estruturadas ou semi-estruturadas para a construção de serviços, requer o conhecimento sobre os modelos e semânticas das fontes de informação. Requer ainda dados e informações acerca das convenções do protocolo de troca de mensagens. Ex: REST, SOAP, XML,JSON….

É necessário mapear as fontes de informação e identificar a técnica adequada para sua extração. As fontes de informação podem ser distintas, tanto quanto a questão de estrutura da informação, quanto a forma de captura. Com a implementação de Mashups é possível a construção de sistemas de conhecimento, que realizam tarefas intensivas em conhecimento como: recomendações, predições e análises.

Quero criar meus Mashups!

Para que você crie seus Mashup e integre suas informações aí vão algumas dicas:

  1. Tenha claro qual o seu objetivo ou seja: Faça um mapeamento das informações e do conhecimento que você pretende fornecer como um serviço;
  2. Utilize uma arquitetura REST, independente de sua linguagem de programação;
  3. Utilize o JSON como protocolo de transporte; Ele é mais “enxuto” do que o XML;
  4. Faça a chamada das APIs necessárias;
  5. Utilize um JSON com sua linguagem de programação para processar e criar um Value Object com os dados sintetizados;
  6. Retorne o Value Object sintetizado no Webservice;
  7. Apresente as informações e os conhecimentos gerados em uma forma inovadora para o usuário!

Consideração

Mashup é um processo de análise, extração, sintetização e apresentação de informações e conhecimentos em mídias digitais de forma inovadora!

Download

Artigo publicados sobre o tema!

porLuis Augusto Moretto

Landing Pages – Gerando Leads!

Landing Pages o que é?

landing-page

Landing pages, ou página de conversão, é uma página que traz uma oferta irresistível para os visitantes. O objetivo de uma landing page é claro: apresentar ofertas de valor em geral de forma gratuita, como e-books, códigos promocionais em troca do email  e outras informações do visitante.

Desta forma as pessoas intencionalmente tomam alguma ação que representa um passo no funil de vendas, tornando-se um lead, lead qualificado, oportunidade ou cliente.

Na verdade, a landing page é uma página que tem algum tipo de formulário ou questionário, e que existe unicamente para capturar informações sobre o usuário.

O modelo da landing page a diferencia das demais páginas de um website. Isso é porque em geral uma Landing Page tem os seguintes componentes: título,oferta,formulário e CTA.

1) Título de Sucesso

O headline da Landing Page é o primeiro ponto de contato do usuário com o seu material. Ele precisa ser simples, direto, conter a palavra-chave de foco e ser altamente clicável!

Você precisa encantar o leitor com um título que o incentive a consumir sua oferta e a vir a conhece-la.

2) Oferta

No Inbound Marketing chamamos de ofertas, conteúdos originais, geralmente produzidos pela empresa, para ajudar os visitantes a evoluírem no seu funil de vendas.

Na realidade a oferta é uma oportunidade do seu visitante conhecer produto, serviço, a organização e os benefícios e valor agregados!

3) Formulário de captura

“Formulários com muitos campos para serem preenchidos, geralmente amedrontam os visitantes!” (outbound)

Uma boa Landing Page tem um formulário coerente com sua oferta. Solicite apenas as informações que são essenciais para o se negócio.

O tamanho do formulário está tem uma grande parcela de responsabilidade na hora de converter ou não um visitante. Se ele ainda não tem uma relação com o seu negócio, é pouco provável que vá preencher um formulário longo, então adeque o design do seu formulário ao seu visitante. Faça testes com um público de testes e descubra qual formato converte mais: esse será seu formulário vencedor!

Outra dica é disponibilizar o acesso a sua página de captura em um site com certificado digital. Isso dá uma segurança extra para os usuários informarem seus dados!

4) CTA – Call to Action

Destaque seus CTA! Deve ser direto e mostrar de forma objetiva para a sua audiência o que você quer que eles façam na próxima etapa.

Crie um botões de ação tão simples e direto que seu Lead não vai ter a menor dúvida sobre qual ação tomar!

O CTA de uma Lading Page é o principal indicador de sucesso da sua página. Se o seu visitante clicar, significa que todo o seu trabalho até agora foi aceito positivamente pelo seu público. Ou seja: leads estão sendo gerados!

5) Landing Page Demo

Para ver algumas das Landpages desenvolvidas neste mês por nosso time acesse: #padariaconfeitariablumenau e #citywatch


6) Crie uma Landing Page demo em nosso Sass

Link: http://inbound.citywatch.com.br/
Usuário: demo
Senha: demo123

Mautic

7) Capture mais Leads!

Sua empresa tem um site e quer gerar mais Leads? Não tem? Estamos ansiosos para gerar resultados digitais para sua empresa!

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porLuis Augusto Moretto

Inbound Marketing – Promova suas vendas!

O que é Inbound Marketing?

epic-funil

Partindo do pensamento indutivo Aristotélico, pode-se dizer que:

“Um site sem visitas não gera Leads. Sem  Leads não há vendas e, consequentemente, não há receita!”

Inbound Marketing consiste em estratégias para atrair voluntariamente, consumidores ao site de uma empresa. Baseia-se na premissa de estabelecer uma relação de geração de valor ao consumidor!

Nesse post vamos apresentar o funil de vendas do Inbound Marketing e como aplicar esta estratégia com o Mautic uma ferramenta Open Source.

Esta solução tem a vantagem de ser acessível e reduzir os custos de uma campanha de Marketing Digital! Com esta estratégia é possivel criar uma oferta que ATRAI, ENGAJA E DESPERTA VONTADE DE COMPRAR!. Se você tiver interesse em promover seus produtos consulte-nos!

1) Visitas (Atraia!)

Para gerar visitas a estratégia a ser seguida é a de criar autoridade através de conteúdo de valor. Este conteúdo de valor deve ser promovido em redes sociais e também por meio de mídias pagas. Isso na prática significa a geração de tráfego orgânico através das técnicas de SEO e tráfego pago, para aumentar significativamente o número de acesso a um determinado domínio.

E porque criar conteúdo de valor? A resposta é simples: você precisa oferecer aos visitantes ofertas de conteúdo interessantes o suficiente para que eles informem seus dados e se tornem Leads na base de contatos do seu cliente.

2) Gerar Leads (Enganje seus seguidores)

Além disso, é preciso criar Landing Pages com formulários de captura para converter os visitantes em Leads.  Uma estratégia a ser implantada no processo de conversão é apelar para o desejo da pessoa ou incitar sua curiosidade! O processo de captura e geração de Leads tem por objetivo criar oportunidades de negócio para a sua empresa.

Um gatilho mental para o engajamento é o sentimento de reciprocidade e o senso de comunidade!

3) Qualificar Oportunidades (Segmente a lista)

A qualificação das oportunidades trata de segmentar seus leads de forma a maximizar os resultados da estratégia minimizando os custos. No nível básico, trata de segmentar suas listas de contatos em segmentos menores.

Esses segmentos podem ser cortados e combinados de várias formas: por demografia, indústria, tamanho da empresa, visualizações de páginas da Web, número de downloads de seu conteúdo – o nome dele, idade, sexo e outros atributos de interesse ou relevantes no contexto da sua organização.

A segmentação de lista permite que você envie as pessoas certas o conteúdo mais pertinente no momento ideal. Ou seja o conteúdo, formato correto, para o indivíduo que precisa no tempo ideal!

Para qualificar os Leads desenvolvemos algoritmos que fazem o corte de forma automatizada após a tomada de decisão e definição dos Leads alvo.

4) Vendas (Desperte o desejo)

Em alguns casos, o processo de vendas acontece dentro do próprios website como no caso de produtos digitais e encomendas. Em outros é necessário o contato entre um vendedor e o potencial cliente.


Inbound Marketing com Mautic

Com a ferramenta Mautic é possível transformar em ação as estratégias do Inbound Marketing. Entre as características podemos destacar:

  • Integração com as Mídias Sociais (facebook, twitter, google);
  • Gerenciamento de Leads, Campanhas e Listas;
  • Serviço de Leads Tracking para você poder ter acesso a quem abriu suas mensagens;
  • Cria Landing Pages e Formulários para captura de emails dos leads apenas clicando e arrastando no modo construtor;
  • Filtro de Leads Qualificados. Mautic encontra estes leads na sua lista, destacando suas probabilidades;
  • Integração com CRM e outras ferramentas;

Promova suas vendas!

Receba uma proposta de valor e saiba como alavancar suas vendas! Estamos ansiosos para gerar resultados digitais para sua empresa!

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porLuis Augusto Moretto

Como remover o Client ID do Google App Engine OAuth 2.0

Credenciais do Google App Engine OAuth 2.0

oauth 2.0 google app engine

oauth 2.0 google app engine

Se você utiliza o Google App Engine para desenvolver os seus aplicativos e chegou até aqui é porque está com problemas. Bom resolvi escrever este post após perde 4 horas de desenvolvimento. Alterei o registro do windows para ver se removia as credenciais, instalei o Bash do Ubuntu no Windows 10 para executar o Appcfg e o erro persistia. Enfim testei todas as possibilidades até descobrir a solução.

O pesadelo começou depois de gerar uma nova credencial do Cliente de OAuth 2.0 no Google Cloud Console para fazer uma integração. Passaram-se alguns dias e fui fazer o deploy de uma nova versão dos Serviços do Citywatch.com.br, quando obtive a seguinte mensagem e descobri a encrenca…..

“Either the access code is invalid or the OAuth token is revoked.Details: invalid_grant “

 

Gerando as credenciais

Procurando nos fóruns como Stackoverflow a solução era gerar o código de autorização novamente. Mas no meu caso o comando appcfg update conforme a figura abaixo não funcionou imediatamente. Eu continuava com a mesma mensagem. De qualquer forma você vai precisar do comando do CMD da figura abaixo para poder gerar uma nova chave.

Após executar o comando appcfg update /path/para/o/meu/app vai aparecer uma mensagem pedindo para digitar o código de autorização. Para obter o código basta abrir a URL que aparece acima da mensagem.

Se você está no linux, basta mudar as barras do comando e o caminho do seu projeto e diretório de  instalação do App Engine SDK.

sem-titulo

Removendo as credenciais antigas

Para conseguir gerar a nova chave eu tive que remover o arquivo de configuração que armazena as credenciais. O arquivo é localizado dentro da pasta do perfil do usuário e o nome é .appcfg_oauth2_tokens_java.

No meu caso ele ficava no diretório c:\Users\MeuPerfil\ e fica como um arquivo oculto. No linux deve ser \home\profile ou caminho onde esteja armazenado o seu perfil.

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Fazendo deploy

Agora que foi gerada um novo arquivo com as credencias consigo fazer o deploy do meu App para o Google App Engine usando o Netbeans rapidamente!

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porLuis Augusto Moretto

Material Design com JQuery Mobile

O jQuery Mobile

O framework jQuery Mobile foi projetado no conceito “do more, write less!” ou seja escreva menos, faça mais. Com ele é possível que você crie um único site ou aplicativo altamente responsivo.É compatível em todas as smartphones populares, tablets e plataformas de desktop. Além disso o framework tem diversos templates disponíveis de forma gratuita ou paga conforme sua necessidade.

ThemeRoller

O ThemeRoller é uma ferramenta que roda no Browser. Permite a edição e customização do CSS. Com a ferramenta é possível em um curto espaço de tempo obter um estilo de alta qualidade conforme as caracterísiticas visuais do seu projeto.

Assim você edita o cabeçalho rodapé, corpo da página, botões, links e todas as propriedades do framework. Após customizar o tema você faz o download do CSS gerado pela ferramenta e coloca na estrutura de diretórios do seu projeto.

Outra característica do JQuery Mobile é que ele incorpora o padrão “Material”.  Na prática isso significa uma experiência unificada em diferentes plataformas e tamanhos de dispositivos.

themeroller jquery mobile

Screenshot ThemeRoller

Template com Material Design

Para testar o framework, foi implementado um template para verificar o comportamento em um dispositivo Mobile x Desktop. O resultado foi impressionante: O comportamento das ações e o layout se adaptaram perfeitamente tanto no Navegador quando no celular. Uma dica para quem quer desenvolver para dispositivos móveis é utilizar o framework com o Phonegap ou Ionic confome suas Skills.

Foi testado também em outros navegadores como o Internet Explorer , Chrome e Firefox. Em todos eles manteve as mesmas características sendo assim altamente robusto como um componente front end para o desenvolvimento.

Além disso para implementar transições e efeitos na navegação dispensa Javascript ou CSS. Possui uma extensa biblioteca de icones Widgets e estilos para o desenvolvimento. Abaixo um exemplo do comportamento do Jquery Mobile em um dispositivo Mobile.

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Download do Template Material

Se você curtiu o framework pode começar baixando o exemplo aqui.

porLuis Augusto Moretto

Twitter – Usando a API REST para criar um serviço de busca Geolocalizado

Introdução

Hoje vou falar um pouco sobre a API do Twitter e como podemos usá-la em nossas aplicações. Neste post vou mostrar como criar um Webservice em PHP e JSON. Este webservice filtra dados do Twitter com base no argumento de pesquisa e retorna o resultado geolocalizado no formato JSON.





1º passo:

Vamos criar uma conta de desenvolvedor do Twitter. Se você ja tem uma deve acessar a mesma e dentro dela, criar um APP. Depois de criar a APP anote em um bloco de notas as informações da aba de autenticação:

  • Consumer Key (API Key),
  • Consumer Secret (API Secret),
  • Access Token,
  • Access Token Secret

Vamos utilizar estas informações depois.  Você pode obter estes dados do seu APP no Twitter na opção “keys and access tokens”. A imagem abaixo ilustra a tela do twitter para configurar o APP:

twitter

twitter dev

2º passo:

Para implementar o webservice vamos utilizar uma API open source disponível em https://twitteroauth.com/;  Após um período de provas de conceito com várias APIS, esta mostrou-se a mais eficaz. Avaliei a performance, facilidade de uso entre outros atributos. Assim você deve fazer o download da API e colocar no mesmo diretório de seu projeto.

3º passo:

Crie um arquivo em php chamado de twitterNews.php. Neste arquivo declare as chaves como constantes no seu arquivo twitterNews.php. Substituta no exemplo abaixo as suas chaves anotadas no passo 1;

untitled-1

Além disso é necessário definir o header com o tipo de resposta JSON e incluir a biblioteca do passo 2 no projeto.

untitled-2

Agora você precisa autenticar no Twitter e fazer a chamada ao serviço de busca passando o seu parâmetro personalizado.

twitter search php

Finalmente você pode chamar o método de sua classe, instânciando o Webservice conforme o exemplo abaixo:

php object twitter

 Resultado

O resultado é um serviço onde você pode criar seu próprio webservice de busca e ainda colocar os resultados no mapa do google por exemplo.

http://citywatch.com.br/v1/twitterNews.php?query=Gean%20floripa

Twitter json

Obrigado! Em breve mostrarei como desenvolver um webcrawler para integrar em suas APPS!

porLuis Augusto Moretto

WordPress: Galeria de fotos responsiva

Galeria de fotos responsiva

“Uma imagem vale mais que mil palavras”  

A frase do filósofo chinês Confúcio é conhecida em todo o mundo. Seu significado é claro, sem qualquer dificuldade ou complexidade para que qualquer pessoa compreenda.

Todos sabem que os efeitos visuais representam uma parte essencial de qualquer website. Por mais que o texto seja necessário para se fazer compreender e estabelecer uma comunicação com os visitantes de seu site, são as imagens e vídeos que fisgam o olhar do usuário.

Por meio de imagens fica muito mais fácil de exemplificar algo. O mundo já entendeu isso há anos e o WordPress também. Por essa razão existem tantos componentes de galeria de imagens na plataforma. Apesar da liberdade de escolha decidi escrever este post para compartilhar com você o resultado que obtive após um estudo dos componentes existentes. O critério essencial para escolha do componente adequado é a data de atualização, o número de downloads e na prática como ele se comporta.

Assim neste vídeo vou mostrar para você um plugin gratuito do WordPress chamado de Responsive Image Gallery. Ele permite criar lindas galerias com o estilo do facebook. Além disso a galeria é responsiva e tem navegação pelas teclas direcionais. Entre as diversas galerias que pesquisei, esta foi sem dúvida a que possui o maior conjunto de funcionalidade, usabilidade e facilidade de uso.

Assista ao vídeo abaixo, curta nossa página e deixe seus comentários! Obrigado!

porLuis Augusto Moretto

Sacadas para planejar o Sprint Backlog

O  que é o Sprint Backlog?

backlog_sprint

O Sprint Backlog é uma lista ordenada de User Stories, que a equipe acredita que possam ser completadas durante o próximo Sprint. Esta lista é um subconjunto do Product Backlog onde estão priorizadas todas as User Stories do projeto.

Esses itens são puxados a partir do topo do Product Backlog durante a Reunião de Planejamento da Sprint.

Estas User Stories estão no topo do Product Backlog, porque o Product Owner, priorizou junto ao cliente com base no critério de geração de valor e no ROI.

Cada história do Sprint deve ter uma pontuação atribuída a ela, com base no esforço relativo necessário para completar a história. A Equipe determina a melhor forma de trabalhar com a Sprint Backlog.

No entanto, quando possível, eles devem trabalhar sobre os itens de maior valor em primeiro lugar.

Stakeholders do Sprint Backlog

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  1. Product Owner: Faz o mapeamento e a priorização do Backlog assim como analise da geração de valor e do ROI junto ao cliente;
  2. Scrum Master: Remove os impedimentos da Equipe;
  3. Time Scrum: Equipe multidisciplinar e auto-organizada formada de até 5-9 pessoas; Consiste em programadores, analista, designer, tester etc.

Todos no projeto trabalham juntos colaborativamente, para completar o conjunto de trabalho com o qual se comprometeram conjuntamente para um Sprint.

Dicas para planejar o Sprint Backlog

  1. Envolva toda a equipe no processo;
  2. Discuta como cada item do User Story será implementado e sua complexidade;
  3. Identifique todas as tarefas de natureza técnica ou não;
  4. Reveja as tarefas do Sprint e se elas cabem dentro do mesmo; ou seja o escopo cabe dentro da Sprint?

Reunião de Planejamento do Sprint

O Sprint Planning Meeting é uma reunião na qual estão presentes o todos os Stakeholders do projeto, assim como qualquer pessoa interessada que esteja representando a gerência ou o cliente.

Nesta atividade do Scrum, o Product Owner apresenta as User Stories de maior prioridade para o time. A equipe interage de forma que ocorra o compartilhamento do conhecimento e todos possam compreender o escopo da Sprint. Assim a equipe técnica tem conhecimento da complexidade do Sprint e consegue estimar o esforço para a realização das tarefas.

Considerações para execução do Sprint planejado

Assim que o time prevê o número de histórias que podem ser realizadas no Sprint Backlog, o escopo deve ser blindado até o final do Sprint. No entanto, se durante o Sprint o Product Owner decidir há uma característica de maior valor de negócio que precisa entrar no Sprint, deve ocorrer uma interrupção no mesmo.

Se houver uma interrupção que mude drasticamente as prioridades do Sprint, o Product Owner pode abortar a Sprint. Neste caso, a equipe realiza, uma nova reunião Sprint Planning e um novo Sprint é iniciado.

Como tudo no Scrum vale ressaltar que o planejamento do Sprint é uma atividade Time-Box!