Luis Augusto Moretto, Autor em Morettic | Página 18 de 19
porLuis Augusto Moretto

Como remover o Client ID do Google App Engine OAuth 2.0

Credenciais do Google App Engine OAuth 2.0

oauth 2.0 google app engine

oauth 2.0 google app engine

Se você utiliza o Google App Engine para desenvolver os seus aplicativos e chegou até aqui é porque está com problemas. Bom resolvi escrever este post após perde 4 horas de desenvolvimento. Alterei o registro do windows para ver se removia as credenciais, instalei o Bash do Ubuntu no Windows 10 para executar o Appcfg e o erro persistia. Enfim testei todas as possibilidades até descobrir a solução.

O pesadelo começou depois de gerar uma nova credencial do Cliente de OAuth 2.0 no Google Cloud Console para fazer uma integração. Passaram-se alguns dias e fui fazer o deploy de uma nova versão dos Serviços do Citywatch.com.br, quando obtive a seguinte mensagem e descobri a encrenca…..

“Either the access code is invalid or the OAuth token is revoked.Details: invalid_grant “

 

Gerando as credenciais

Procurando nos fóruns como Stackoverflow a solução era gerar o código de autorização novamente. Mas no meu caso o comando appcfg update conforme a figura abaixo não funcionou imediatamente. Eu continuava com a mesma mensagem. De qualquer forma você vai precisar do comando do CMD da figura abaixo para poder gerar uma nova chave.

Após executar o comando appcfg update /path/para/o/meu/app vai aparecer uma mensagem pedindo para digitar o código de autorização. Para obter o código basta abrir a URL que aparece acima da mensagem.

Se você está no linux, basta mudar as barras do comando e o caminho do seu projeto e diretório de  instalação do App Engine SDK.

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Removendo as credenciais antigas

Para conseguir gerar a nova chave eu tive que remover o arquivo de configuração que armazena as credenciais. O arquivo é localizado dentro da pasta do perfil do usuário e o nome é .appcfg_oauth2_tokens_java.

No meu caso ele ficava no diretório c:\Users\MeuPerfil\ e fica como um arquivo oculto. No linux deve ser \home\profile ou caminho onde esteja armazenado o seu perfil.

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Fazendo deploy

Agora que foi gerada um novo arquivo com as credencias consigo fazer o deploy do meu App para o Google App Engine usando o Netbeans rapidamente!

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porLuis Augusto Moretto

Material Design com JQuery Mobile

O jQuery Mobile

O framework jQuery Mobile foi projetado no conceito “do more, write less!” ou seja escreva menos, faça mais. Com ele é possível que você crie um único site ou aplicativo altamente responsivo.É compatível em todas as smartphones populares, tablets e plataformas de desktop. Além disso o framework tem diversos templates disponíveis de forma gratuita ou paga conforme sua necessidade.

ThemeRoller

O ThemeRoller é uma ferramenta que roda no Browser. Permite a edição e customização do CSS. Com a ferramenta é possível em um curto espaço de tempo obter um estilo de alta qualidade conforme as caracterísiticas visuais do seu projeto.

Assim você edita o cabeçalho rodapé, corpo da página, botões, links e todas as propriedades do framework. Após customizar o tema você faz o download do CSS gerado pela ferramenta e coloca na estrutura de diretórios do seu projeto.

Outra característica do JQuery Mobile é que ele incorpora o padrão “Material”.  Na prática isso significa uma experiência unificada em diferentes plataformas e tamanhos de dispositivos.

themeroller jquery mobile

Screenshot ThemeRoller

Template com Material Design

Para testar o framework, foi implementado um template para verificar o comportamento em um dispositivo Mobile x Desktop. O resultado foi impressionante: O comportamento das ações e o layout se adaptaram perfeitamente tanto no Navegador quando no celular. Uma dica para quem quer desenvolver para dispositivos móveis é utilizar o framework com o Phonegap ou Ionic confome suas Skills.

Foi testado também em outros navegadores como o Internet Explorer , Chrome e Firefox. Em todos eles manteve as mesmas características sendo assim altamente robusto como um componente front end para o desenvolvimento.

Além disso para implementar transições e efeitos na navegação dispensa Javascript ou CSS. Possui uma extensa biblioteca de icones Widgets e estilos para o desenvolvimento. Abaixo um exemplo do comportamento do Jquery Mobile em um dispositivo Mobile.

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Download do Template Material

Se você curtiu o framework pode começar baixando o exemplo aqui.

porLuis Augusto Moretto

Twitter – Usando a API REST para criar um serviço de busca Geolocalizado

Introdução

Hoje vou falar um pouco sobre a API do Twitter e como podemos usá-la em nossas aplicações. Neste post vou mostrar como criar um Webservice em PHP e JSON. Este webservice filtra dados do Twitter com base no argumento de pesquisa e retorna o resultado geolocalizado no formato JSON.





1º passo:

Vamos criar uma conta de desenvolvedor do Twitter. Se você ja tem uma deve acessar a mesma e dentro dela, criar um APP. Depois de criar a APP anote em um bloco de notas as informações da aba de autenticação:

  • Consumer Key (API Key),
  • Consumer Secret (API Secret),
  • Access Token,
  • Access Token Secret

Vamos utilizar estas informações depois.  Você pode obter estes dados do seu APP no Twitter na opção “keys and access tokens”. A imagem abaixo ilustra a tela do twitter para configurar o APP:

twitter

twitter dev

2º passo:

Para implementar o webservice vamos utilizar uma API open source disponível em https://twitteroauth.com/;  Após um período de provas de conceito com várias APIS, esta mostrou-se a mais eficaz. Avaliei a performance, facilidade de uso entre outros atributos. Assim você deve fazer o download da API e colocar no mesmo diretório de seu projeto.

3º passo:

Crie um arquivo em php chamado de twitterNews.php. Neste arquivo declare as chaves como constantes no seu arquivo twitterNews.php. Substituta no exemplo abaixo as suas chaves anotadas no passo 1;

untitled-1

Além disso é necessário definir o header com o tipo de resposta JSON e incluir a biblioteca do passo 2 no projeto.

untitled-2

Agora você precisa autenticar no Twitter e fazer a chamada ao serviço de busca passando o seu parâmetro personalizado.

twitter search php

Finalmente você pode chamar o método de sua classe, instânciando o Webservice conforme o exemplo abaixo:

php object twitter

 Resultado

O resultado é um serviço onde você pode criar seu próprio webservice de busca e ainda colocar os resultados no mapa do google por exemplo.

http://citywatch.com.br/v1/twitterNews.php?query=Gean%20floripa

Twitter json

Obrigado! Em breve mostrarei como desenvolver um webcrawler para integrar em suas APPS!

porLuis Augusto Moretto

WordPress: Galeria de fotos responsiva

Galeria de fotos responsiva

“Uma imagem vale mais que mil palavras”  

A frase do filósofo chinês Confúcio é conhecida em todo o mundo. Seu significado é claro, sem qualquer dificuldade ou complexidade para que qualquer pessoa compreenda.

Todos sabem que os efeitos visuais representam uma parte essencial de qualquer website. Por mais que o texto seja necessário para se fazer compreender e estabelecer uma comunicação com os visitantes de seu site, são as imagens e vídeos que fisgam o olhar do usuário.

Por meio de imagens fica muito mais fácil de exemplificar algo. O mundo já entendeu isso há anos e o WordPress também. Por essa razão existem tantos componentes de galeria de imagens na plataforma. Apesar da liberdade de escolha decidi escrever este post para compartilhar com você o resultado que obtive após um estudo dos componentes existentes. O critério essencial para escolha do componente adequado é a data de atualização, o número de downloads e na prática como ele se comporta.

Assim neste vídeo vou mostrar para você um plugin gratuito do WordPress chamado de Responsive Image Gallery. Ele permite criar lindas galerias com o estilo do facebook. Além disso a galeria é responsiva e tem navegação pelas teclas direcionais. Entre as diversas galerias que pesquisei, esta foi sem dúvida a que possui o maior conjunto de funcionalidade, usabilidade e facilidade de uso.

Assista ao vídeo abaixo, curta nossa página e deixe seus comentários! Obrigado!

porLuis Augusto Moretto

Sacadas para planejar o Sprint Backlog

O  que é o Sprint Backlog?

backlog_sprint

O Sprint Backlog é uma lista ordenada de User Stories, que a equipe acredita que possam ser completadas durante o próximo Sprint. Esta lista é um subconjunto do Product Backlog onde estão priorizadas todas as User Stories do projeto.

Esses itens são puxados a partir do topo do Product Backlog durante a Reunião de Planejamento da Sprint.

Estas User Stories estão no topo do Product Backlog, porque o Product Owner, priorizou junto ao cliente com base no critério de geração de valor e no ROI.

Cada história do Sprint deve ter uma pontuação atribuída a ela, com base no esforço relativo necessário para completar a história. A Equipe determina a melhor forma de trabalhar com a Sprint Backlog.

No entanto, quando possível, eles devem trabalhar sobre os itens de maior valor em primeiro lugar.

Stakeholders do Sprint Backlog

time_scrum

  1. Product Owner: Faz o mapeamento e a priorização do Backlog assim como analise da geração de valor e do ROI junto ao cliente;
  2. Scrum Master: Remove os impedimentos da Equipe;
  3. Time Scrum: Equipe multidisciplinar e auto-organizada formada de até 5-9 pessoas; Consiste em programadores, analista, designer, tester etc.

Todos no projeto trabalham juntos colaborativamente, para completar o conjunto de trabalho com o qual se comprometeram conjuntamente para um Sprint.

Dicas para planejar o Sprint Backlog

  1. Envolva toda a equipe no processo;
  2. Discuta como cada item do User Story será implementado e sua complexidade;
  3. Identifique todas as tarefas de natureza técnica ou não;
  4. Reveja as tarefas do Sprint e se elas cabem dentro do mesmo; ou seja o escopo cabe dentro da Sprint?

Reunião de Planejamento do Sprint

O Sprint Planning Meeting é uma reunião na qual estão presentes o todos os Stakeholders do projeto, assim como qualquer pessoa interessada que esteja representando a gerência ou o cliente.

Nesta atividade do Scrum, o Product Owner apresenta as User Stories de maior prioridade para o time. A equipe interage de forma que ocorra o compartilhamento do conhecimento e todos possam compreender o escopo da Sprint. Assim a equipe técnica tem conhecimento da complexidade do Sprint e consegue estimar o esforço para a realização das tarefas.

Considerações para execução do Sprint planejado

Assim que o time prevê o número de histórias que podem ser realizadas no Sprint Backlog, o escopo deve ser blindado até o final do Sprint. No entanto, se durante o Sprint o Product Owner decidir há uma característica de maior valor de negócio que precisa entrar no Sprint, deve ocorrer uma interrupção no mesmo.

Se houver uma interrupção que mude drasticamente as prioridades do Sprint, o Product Owner pode abortar a Sprint. Neste caso, a equipe realiza, uma nova reunião Sprint Planning e um novo Sprint é iniciado.

Como tudo no Scrum vale ressaltar que o planejamento do Sprint é uma atividade Time-Box!

 

porLuis Augusto Moretto

3 passos para melhorar a conversão de clientes em seu site!

 Seu SITE está atrasando seu NEGÓCIO? Veja como corrigir isso.

Está precisando de mais leads? Planeja expandir sua visibilidade, desenvolver um novo website ou implantar uma estratégia de marketing digital? Seu site está parado e você deseja turbinar os acessos orgânicos sem propagandas?

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  • Passo 1: Informe seus dados no formulário desta página para fazer a bola rolar. Nós entraremos em contato o mais rápido possível para agendar um tempo para falar com um dos nossos parceiros (provavelmente esta semana ou no próximo).
  • Passo 2: Magicamente minúsculos duendes (* não realmente) vão cavar a fundo em seu site para ver o que está funcionando, o que não, e quais as estratégias para aumentar seu valor percebido pelo cliente.
  • Passo 3: Durante a videoconferência, vamos compartilhar nosso desktop e apresentar critérios de (1) design, (2) pesquisas e (3) recomendações de conversão que têm o poder de alavancar o desempenho do seu site imediatamente.

 

Suas informações

Informe-nos seus dados e datas e horários nos proximos 10 dias para agendarmos uma videconferência GRATUITAMENTE, para lhe dar um feedback de seu site. Iremos lhe apresentar como aumentar o valor percebido pelo seu nicho de negócios!





Exemplo de recomendação com o conceito de “Design de Conversão”

  • #1: Chamada de ação: É recomendável usar várias chamadas à ação em todas as páginas da web para completar seu objetivo (neste caso, uma reserva). Por exemplo, você também pode chamadas royal_cliff_new_homepagena barra lateral e no corpo do texto na página inicial.
  • #2: Posição do campo Linguagem:  Utilizar dupla navegação está ok. Mas deve-se evitar redundâncias para não ter densidade informacional. A sugestão seria posicionar o menu de linguagens na barra superior (agrupamento por formato); Além disso aumentar a altura do botão de reservas para ficar destacado;
  • #3: Mudança de cor e destaque no Slider:  Você pode facilmente aumentar o tamanho ou a cor do botão “Fazer uma reserva” no controle deslizante principal para torná-lo mais fácil de ver (atualmente combina com algumas das imagens de fundo). Você também pode usar cores diferentes no menu de navegação superior para “Reservas” para chamar mais atenção a ele.
  • #4: Aprimorar descrição das chamadas: O site poderia usar chamada original e proporcionar uma motivação mais forte para fazer uma reserva. Aqui, o texto usado no controle deslizante de imagem na página inicial diz o que é :”vista de 180 graus”. Uma chamada como “Luxuoso Hotel a Beira do Paraíso”, instiga os sentidos.

 

porLuis Augusto Moretto

O que é Time-Box?

Introdução

SCrum time boxVocê já deve ter ouvido sobre. Mas o que é Time-box na metodologia de gerenciamento ágil de projetos Scrum?

A técnica de Timebox no Scrum, consiste em definir o tempo máximo para atingir as metas, tomar uma decisão ou executar um conjunto de tarefas. A ideia é maximizar o tempo fazendo o melhor que a equipe pode neste intervalo. Assim, em vez de começar a trabalhar em algo até sua finalização de forma indefinida, é acordado de antemão o tempo limite para cada tarefa de projeto.

O Time-boxe é usado para criar regularidade.  Na prática consiste em uma quantidade de tempo, ou seja uma duração fixa que não poderá aumentar. Como exemplo de um time-box, o Sprints de um projeto deverá ter duração fixa com no mínimo 2 semanas e no máximo 4 semanas. O tempo das Sprints de um projeto são fixas e não devem variar ao longo do projeto.

“Se vc escolheu usar o time-box de 3 semanas para os seus Sprints, use sempre 3 semanas!”

Os Sprints são iniciados imediatamente após o outro, sem intervalos ou gaps entre eles. Durante o Sprint o Scrum Master deve evitar mudanças que possam afetar o objetivo traçado para aquele Sprint . Além disso o Scrum master deve proteger o time de desenvolvimento resolvendo todos e qualquer impedimento de projeto.

Exemplos de Time Box

  • Daily meeting: reunião diária deve durar exatamente 15 minutos;
  • Sprint: duração mínima de 2 semanas máximo de 4 semanas;
  • Planning poker: Atividade de planejamento do Sprint. Deve durar entre 6 e 12 horas de forma a ser realizada em no máximo 2 dias;
  • Sprint Review: reunião para apresentar o produto do Sprint. Duração: 4 horas;
  • Retrospectiva: reunião de lições aprendidas pelo time. Duração: 4 horas;

Vantagens

  1. Reuniões mais focadas e objetivas, conforme tema planejado.
  2. A prática do conceito de  Timebox ajuda os gestores e a equipe a saber quanto tempo é necessário para realizar uma tarefa.
  3. Eliminação do desperdício de tempo
  4. Evita-se procrastinar as tarefas mais difíceis de serem feitas, pois estão na lista do backlog a devem ser cumpridas dentro da Sprint;
  5. Dedicação exclusiva para a tarefas dentro do time-box
  6. Ajuda a compreender a complexidade e o tempo para realização das tarefas

 

porLuis Augusto Moretto

5 dicas para implementar o Scrum no seu time!

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Muitas organizações estão se conscientizando dos inúmeros benefícios de Metodologias Ágeis. Se você chegou até aqui é porque deve estar se perguntando eu quero implementar o Scrum e quero ser ágil em meus projetos. Mas, por onde começar?

Quais são os passo que você precisa tomar, a fim de seguir o caminho Agile?

Neste artigo vou te apresentar 5 dicas de valor na hora de implementar o Scrum como método ágil para o gerenciamento de projetos. Estas dicas se mostraram de extremo valor em diversos projetos sempre com o foco na geração de valor para o cliente.

1) Crie um Ambiente de Trabalho Colaborativo

Crie um ambiente de trabalho colaborativo! Para isso o ambiente deve propiciar a comunicação, a colaboração e a transparência.  Assim devem ter quadros nas paredes, canetas, e postit para anotar e comunicar as tarefas do Sprint de forma transparente. A essência do Agile é ter um modelo de comunicação e colaboração com o time e com os stakeholders do projeto;

2) Organize e Priorize o Backlog do Projeto

O Product Owner precisa saber o o valor gerado ao cliente de cada requisito ou User Story que está na lista de backlog e ele não está preocupado com o que será necessário para o desenvolvimento. Os prazos são uma tarefa exclusiva da equipe e só ela pode definir; É aconselhável utilizar o resultado da última Sprint como parâmetro para o planejamento da próxima.

3)Utilize o refinamento para entendimento das histórias

Refinamento das User Stories reduz as dúvidas técnicas e dúvidas de negócio. Essa atividade favorece ao Time de Desenvolvimento planejar a próxima Sprint de forma produtiva. Recomenda-se mapear possíveis impedimentos e trabalhar para evitar que eles ocorram.

4) Trabalhe Sempre com o Conceito de Timebox

No Scrum cada evento tem um tempo máximo pré-determinado para sua realização. Este conceito é chamado de Timebox. Isto assegura que o tempo do projeto seja maximizado. Ou seja :Reuniões focadas e objetivas; Equipe focada nos artefatos a serem entregues; Evita-se procrastinar as tarefas de serem feitas, pois além há um tempo limite para sua realização; Valorização do tempo de trabalho da equipe; e Dedicação exclusiva para a atividade dentro do time-box.

5) Monitore o Progresso com o Burndown chart

O progresso realizado pela equipe de desenvolvimento deverá sempre ser atualizado e monitorado através do burndow chart. Com isso é possível avaliar diariamente no daily meeting atualizando o gráfico e monitorando o progresso.

Conclusão

Além disso tenha claro que o conceito Ágil promove a inovação dentro da equipe. Assim o time é auto-organizado o que significa alto grau de engajamento e  busca continua de métodos, técnicas e ferramentas para promover a produtividade, a qualidade, maximizar os resultados, o valor e a geração de ROI.

Concluindo, o Scrum é um método de gerenciamento ágil que deve ser implementado em conjunto com o XP – Extreme Programming. Diria analogamente, que os dois em conjunto seriam como um tratamento médico onde são ministrados dois medicamentos para uma cura. O primeiro trata da agilidade na gestão e o segundo da agilidade no desenvolvimento!

porLuis Augusto Moretto

Medindo o progresso de projetos Scrum com Burndown chart

monitoriacontroleOs métodos e as práticas ágeis são extremamente efetivos e eficazes. Produzem resultados de qualidade em curto espaço de tempo comparado ao modelo em cascata e outras abordagens tradicionais de desenvolvimento de software.

Estes resultados são sempre orientados a geração de valor para o cliente ao final de cada Sprint do projeto. Ou seja a expectativa é software funcionando e agregando valor na organização cliente.

Para alcançar estes resultados, é primordial medir e controlar o progresso do Sprint. Alem da questão do gerenciamento, existe uma complexidade inerente que é a introdução de novos requisitos frequentemente a cada Sprint (na engenharia civil ninguém pede para mover o prédio 1cm para o lado após a construção da fundação…Entretanto falando de software a evolução é contínua).

Sendo assim surge um problema para atender ao custo prazo e qualidade associados ao Sprint:

 

“Como monitorar  e controlar o progresso dos Sprints de projetos ágeis com a metodologia Scrum de forma transparente?”




Na engenharia de software clássica, cada projeto é composto de milestones ou marcos. Estes marcos servem para mensurar o progresso do projeto, fazendo um comparativo do que foi planejado x o realizado em termos de desenvolvimento.

Uma métrica para estimar o esforço são os Use case points.  Lembrando que o esforço é uma métrica dada pela capacidade homem/hora (um pouco Taylorista….) O problema é que para usar está métrica, é necessário ter todos os casos de uso do sistema documentados e detalhados para se analisar a complexidade!

No Scrum, todas as user stories são descritas em uma única sentença simples. Neste contexto como monitorar e controlar os Sprints?

Bom aqui vamos reforçar a importância dos Daily meetings para que você entenda a dinâmica.

É no encontro diário onde a equipe aponta as tarefas que foram realizadas no dia anterior. Sendo assim cada membro da equipe da seu depoimento compartilhando com o time seu progresso. Neste mesmo momento é que o membro seleciona a tarefa em que tem maior aptidão para realizar durante o dia. Com estas informações o Scrum Master atualiza o Burndown chart diariamente.

Abrindo um paralelo, nenhum projeto atrasa 1 mes de uma vez. O atraso é decorrente da somatória de vários dias de atraso. No Scrum se durante a reunião diária for apontado algum impedimento isto será avaliado, assim como o seu risco, de forma que o Sprint seja realizado dentro do prazo. Se for um problema impactante a equipe se reúne e discute as medidas a serem tomadas em conjuntos para dirimir o problema.

Como criar um Burndown Chart

scrum_burndown_ideal

Sprint planejado com 420 horas no burndownchart

O primeiro passo é fazer o planejamento e divisão das tarefas do Sprint. Isso é realizado na reunião de planejamento do Sprint e utiliza uma técnica chamada de planning poker. Cada tarefa deve ter horas associadas.

O tempo de uma tarefa é sempre analisado usando uma sequência Fibonnaci (0,1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34….). Ou seja uma tarefa deve ter no mínimo 3 horas e no máximo 6, de forma que possa ser realizada em um dia.

Se a tarefa tem mais de 6 horas deve ser analisada e sub-dividida. Caso a tarefa tenha menos de 2 horas esta deve ser vinculada a outra tarefa associada. Este processo é realizado pelo time junto com o Scrum master de forma a compartilhar e gerar colaboração em torno do Sprint.

Uma vez que a divisão de tarefas foi realizada, o gráfico burn-down ideal é traçado. O ideal reflete o progresso assumindo que todas as tarefas serão concluídas dentro o sprint a uma taxa uniforme.

Para saber quantos pontos e a capacidade produtiva de um time para um determinado Sprint, leva-se em consideração as seguintes variáreis:

  • Sprint Duração – 2 semanas (10 dias úteis)
  • Equipe – 7 membros
  • Horas / dia – 6
  • Capacidade Total – 420 horas

Ou seja para um equipe de 7 membros, trabalhando 6 horas por dia no projeto cada, durante 10 dias podemos executar um total de 420 horas de desenvolvimento. Portanto na reunião de planejamento do Sprint esse parâmetro deve ser levado em consideração.

Atualizando o Burndownchart no Daily Meeting

O progresso realizado pela equipe de desenvolvimento deverá sempre estar próximo do progresso planejado. Esta linha se inicia no mesmo ponto de origem do progresso ideal, mas o seu progresso é dado a partir da queima dos story points. A reta será traçada a partir do produto do esforço realizado x tempo gasto. Assim diariamente após a equipe mover as tarefas da coluna de “doing” para “done”, o Scrum Master calcula o total de pontos realizados e atualiza o Burndown chart conforme abaixo.

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Burndown chart: Realizado x Planejado

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porLuis Augusto Moretto

Insights e controle de erros com o Firebase Crash Reporting

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Uma das grandes problemáticas no desenvolvimento de aplicativos Android é a gama de fornecedores e versões disponíveis no mercado. Esse cenário faz com que um APP que foi testado e desenvolvido em um MotoG Xt-1078 por exemplo, apresente problemas em um outro dispositivo como Sansumg, Nexxus, Asus….. Um pesadelo para o processo de desenvolvimento!

Ou seja é necessário testar o APP no maior número possível de dispositivos e versões do Android. Como coletar os dados dos incidentes de erros em dispositivos não testados?

Para tratar essa questão, foi implementado no Citywatch.com.br o Firebase Crash Reporting. Com a ferramenta é fácil ter insights sempre que seu aplicativo apresentar uma falha.

O Crash Reporting cria relatórios de bugs detalhados no aplicativo. 

Os bugs são agrupados em conjuntos similares . São organizados de acordo com a gravidade (fatal ou não fatal).

Além dos relatórios automáticos, você pode registrar eventos personalizados. Isso ajuda a capturar os defeitos.

Insights no Citywatch

dashboard Firebase Crash ReportNa imagem do Crash Report do Citywatch.com.br, é possível visualizar que ocorreram 507 erros e 45 usuários afetados.

Os erros são agrupados em 74 tipos diferentes. Pode-se filtrar ainda quais os erros são fatais, ou seja fazem o APP no Android parar de rodar.

Além disso o dashboard fornece métricas para priorizar de forma ágil a correção dos erros. Basta analisar qual o erro fatal impactou mais usuários e em que parte da navegação e das funcionalidades do app ocorreu o incidente.

Sem o Firebase Crash Analytics, o desenvolvedor Android depende do usuário relatar o erro para saber do incidente. Assim os bugs são coletados automaticamente a cada incidente.

Com isso a equipe de desenvolvimento pode analisar o erro, reproduzir e corrigir. Fica muito mais ágil e da uma maior confiabilidade, reproduzir o erro em um emulador com a mesma característica registrada no incidente.

Implementação no Android Studio

Para capturar os erros dentro do APP é necessário adicionar as dependências da API do Firebase.

Na figura abaixo um exemplo de um método com a chamada ao Firebase Crash dentro do Android Studio.Firebase crash

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